sábado, 7 de janeiro de 2006

Porque a Hobby vídeo não dá uniformes para seus funcionários??

É um absurdo que eles tenham de ir trabalhar com suas roupas do dia-a-dia!! Ainda mais se o funcionário for paranóico e usar uma camisa só, todos os dias, será que ele acha que não transpira, mesmo com o ar condicionado?
Ou isso, ou o cara tem uma coleção de camisas idênticas!! Céus!!

Falando em Hobby...
Cariño, que barbicha medonha, Meus Deus, puta merda, você fica um bodão detestável com essa barbicha!! Porra, perdeu uma fã!!
Argh!!
Isso pede um abaixo assinado, heim?

Enfim...

Doou sangue?

- I fuck my woman with (or without) condom. I'm a animal.

... asshole...

Estou ouvindo Coldplay - Yellow.
Dia de doação de sangue no posto de saúde da Cidade Jardim.

Que fiasco.
Até o Garga estava lá, atrás de atestado, óbvio.

Nem vou falar que o horário "apareçam lá até as 8H" não foi respeitado. Aliás, foi, por mim, pela Mara e pela Ju, que eu acordei e fui buscar, senão eram capazes de também nem terem aparecido. Não deixei por menos e acordei toda a população tekileira, os cornos de merda dormindo como anjos. Malditos. Mas ok.
Conseguimos o comparecimento imediato do Marlon e do Daniel.
Juliana foi desconsiderada no ato - Você não vai doar não, né? - e cheguei à conclusão que enfermeiras são um tipinho meio intrometido.

O Marlon disse que teríamos de responder um questionário enorme, com a maior sinceridade possível. Mas eu já comecei a não gostar na hora de preencherem a ficha.
- Primeira vez que doa sangue?
- Primeira vez.
- ...!!!
Olhar de desdém das atendentes, como se pensassem "uma marmanja desse tamanho nunca doou sangue?? Cadê o senso de dever cívico??".
Daí, continuando a graça:
- Altura?
- 1,62 E MEIO.
- Peso?
- ... 63 ... - gargalhadas descontroladas.
- Tem que pesar mais de 50, moça.
- COM CERTEZA, ISSO EU GARANTO!!
E a pobre enfermeira colocou lá alguma coisa brumosa acima de 50, chutando baixo...

Maraysa sempre vem com um papinho besta de "doar a medula". Entre baixarias e zueiras, onde eu sempre digo que "não vou ficar sem a minha medula, onde já se viu?", começamos a falar de doação de órgãos, fígado, rim, coração e...
- Língua - disse a enfermeira abusada e intrometida. Vaca.

Garga saiu do questionário inconsolável, não poderia doar sangue por causa de sua tatuagem de 10 meses.
Minha vez.
Perguntas sobre doenças congênitas e adquiridas, febres estranhas e viroses. Ok.
Perguntas sobre vida e hábitos sexuais.

- Estado civil?
- Solteira.
- Teve relação sexual no último ano?
- Sim.
- Homem ou mulher?
- Gaahh... cof, cof. Homem.
- Quantos?
- Um só.
- Ficou quanto tempo com ele?
- Dentre idas e vindas, 1 ano.
- Usou preservativo?
- Às vezes sim, outras não. (Se fossemos ser sinceras, mais não que sim).
- Mas ele era fixo?
- Bom, era. Só ele.

- Quando foi a última relação?
- 6 meses.
- Olha, você não vai poder doar sangue hoje, só daqui a um ano.
- Ah, tá.

Agora, alguém me explica, o que é parceiro fixo? Casamento? Então eu sou casada/namorada de alguém e tenho de usar preservativo? Isso não é vida!!
Ainda vem o Marlon falar que sexo oral deve ser feito com preservativo!!
Não, não, não, só o Marlon mesmo prá falar isso, o maldito jogador de RPG, não é à toa que o questionário dele é enorme, ele não fuma, não bebe, não trepa, não faz NADA, só joga RPG, come chocolate e bebe cola-cola, sua única parceira sexual é sua própria mão a anos.
Um ano?
Um ano??

Prefiro ficar sem doar sangue à ter vida sexual inativa!!
Já fiquei muito tempo sem sexo na minha vida, grata!! Pensando bem, tem gente demais no mundo curtindo um celibato e uma transa com camisinha pra eu me preocupar com isso, eles que doem sangue e sejam cidadãos exemplares.

Pérola do Marlon no final de tudo:
- Brasileiro doa sangue porque tem fila!

Estou ouvindo Jennifer Saunders - Holding Out For A Hero.
Crônica da cidade das putas.
Que Putópolis é cara eu descobri a uns dias atrás (um x-salada egg à 5,20, pensa que as meninas são fracas??), mas não sabia que as putas trabalhavam em período integral.

Fantástico.
Fui para lá ontem, à pedidos da Renata Ingrata que gentilmente colocou o combustível. Chegando lá, tive de procurar um restaurante para almoçar. Isso até que não foi difícil, tem vários (afinal, puta também come), o difícil foi conseguir lugar na "zona" azul (trocadilho infame, eu sei, eu sei...), pois são elas, as putas, que tomam conta do lugar (e quem melhor do que putas para tomar conta de uma zona?). Vi um local ótimo, mas a puta que tomava conta daquele pedaço não saía da frente pra que eu pudesse estacionar. Dei uma volta e descobri o motivo - ela estava guardando lugar pra outro carro, obviamente HOMEM. Vaca!
Dei mais uma volta e achei uma vaga bem em frente a um restaurante. Parei e olhei ao redor - cadê a "moça"? Estava conversando com um cara, e dali não saiu, até minha volta do almoço. Prestou tanta atenção no bilhete do carro, que eu estacionei, almocei, voltei e ela continuava no bate-papo. Queria que Birigui fosse assim também.

No restaurante - de uma puta, com várias putas de garçonete e apenas um homem atendendo - descobri que as putas, e consequentemente a população putopolense, come carne de caça.
Não, só pode ser. Isso, ou sobra do reveillón.
Porque ali tinha arroz de festa, pernil, tender e tudo que se encontra numa ceia de ano novo.
Não estava ruim, ou podre. Só não tinha gosto.

Peguei um mínimo (não gosto de pernil ou tender, mas a fome fala mais alto), aliás um mínimo tão mínimo que estava uivando de fome uma hora depois (meu estômago não está acostumado a ser maltratado) e enquanto comia, esperava que ALGUÉM viesse pegar o pedido de bebida.
Quando eu estava quase na última garfada, o ÚNICO funcionário no restaurante percebeu meu drama e perguntou o que eu queria beber. Trouxe minha água, paguei e me fui, pensando no quanto é duro ser mulher neste mundo cão - principalmente nesse cidade.

Estou ouvindo Oasis - Stop Crying your heart out.
Essa vai em homenagem à situação crítica da Maraysa e do Tony:

Abre Essas Pernas
Velhas Virgens

Abre essas pernas pra mim baby
Tô cansado de esperar
Você dá pra todo mundo
Só pra mim que você não quer dar
Esse papo de pele e de química
Não tem nada a ver
Não é filme, nem novela
É só sexo, eu e você
Já deixei você nua em pêlo
E na hora você deu para trás
Então abre essas pernas pra mim baby
Pra aprender como é que se faz

Você pode dizer o que quer
Nem por isso vou dar pra você
Eu só transo com quem eu quero
E na hora que eu escolher
Animal é que trepa sem sentir e sem gostar
Não sou bicho e nem planta
Nem boneca pra você me usar
Você vem com essa pica imensa
Pensando que vai me comer
Eu não abro as pernas pra você baby
Não adianta você querer

Abre essas pernas...
NÃÃO!
Abre essas pernas...
NÃÃO!
Abre essas pernas...
NÃÃO!
Abre essas pernas...
Todo mundo abriu, só você quer negar...
abra essas pernas pra mim baby
abra e deixa eu entrar.

Abre essas pernas pra mim baby
Que papo é esse de emoção?
Eu tô falando é de vai e vem
Será que você é sapatão?
Nunca vi uma mulher
Que não gostasse de foder
Até hoje ninguém disse não
E a primeira não vai ser você
Estou te oferecendo
Vinte centímetros de prazer
Abra essas pernas pra mim baby
Vai ser bom, você vai ver

Me tire da cabeça
Não adianta me cobiçar
Sei que você come todo mundo
Mas comigo não vai rolar
Nem tua grana, nem teu carro
Nada vai me convencer
Não sou burra nem tô a venda
Nem pagando você vai me ter
Pode ir pro banheiro
E tocar uma bronha se quiser
Eu não abro as pernas pra você baby
Digo não e sou mulher

Abre essas pernas
NÃÃO!
Abre essas pernas
NÃÃO!
Abre essas pernas
NÃÃO!
Abre essas pernas
Todo mundo abriu, só você quer negar
abre essas pernas pra mim baby
Não
abre e deixa eu entrar.

Você diz que a minha grana não te compra
Você diz que só faz com emoção
(Só com amor, benzinho!)
Vou provar que todo mundo tem um preço
Eu vou provar começando o leilão
70 - Não!!
90 - Não!!
150 - Não!!
300 - Não!!
500 - Não!!
790 - Não!!
800 - Não!!
900 - Não!!
Uma milha...
...
Assim eu dou
Não dá pra negar
Assim eu dou
Não dá pra agüentar
Só não pense que eu sou puta
Eu to gostando de você
Vou abrir as minhas pernas
Por amor, por prazer

Puta? Você? Nem pensar!
Puta? você? O que é que há?
Foi amor a primeira vista que eu vi!
Foi "química, lance de pele bem aqui!"
Benzinho, você sabe
Eu te amo tanto
Eu sabia desde o começo
Só faltava acertar quanto

Esssa é A MÚSICA da história dos 2, só que Tony ainda não chegou ao preço ideal...

terça-feira, 3 de janeiro de 2006

Amanhã Ou Depois
Nenhum De Nós

Deixamos pra depois uma conversa amiga
que fosse para o bem, que fosse uma saída
Deixamos pra depois a troca de carinho
Deixamos que a rotina fosse nosso caminho
Deixamos pra depois a busca de abrigo
Deixamos de nos ver fazendo algum sentido
Amanhã ou depois, tanto faz se depois
for nunca mais...
nunca mais

Deixamos de sentir o que a gente sentia
que trazia cor ao nosso dia a dia
Deixamos de dizer o que a gente dizia
Deixamos de levar em conta a alegria
Deixamos escapar por entre nossos dedos
A chance de manter unidas as nossas vidas
Amanhã ou depois, tanto faz se depois
for nunca mais...
nunca mais

Estou ouvindo Nenhum de Nós - Amanhã ou depois (acústico).

domingo, 1 de janeiro de 2006

Nesse final de ano, caso eu tivesse apostado nos meus palpites, teria perdido todos...

A presença de uma determinada pessoa na festa do dia 30/12 e a presença, na minha casa, de outra determinada pessoa no reveillon fizeram com que eu revisse meus conceitos.

Quer dizer então, Cariño, que você levou um BAITA SUSTO quando o Tony disse que eu tinha chegado??? Ahh, olha que maldade, eu ainda fui legal de ter ligado pra Mara dizendo que eu estava chegando, para que ela te avisasse e você tivesse tempo de fechar as pastas do computador, recolocar minhas calcinhas no lugar, abotoar a camisa, tirar o chapéu, pegar sua grana do poker, se despedir dos amigos e ir embora como se nunca tivesse estado aqui!!

Aliás, que feio, sair fugido como se fosse assaltante, credo!! Não precisava ter feito isso não, eu não ia te morder, moço... O máximo que ia acontecer era eu ter falado OI! como eu sempre faço na locadora, você não ia responder, como sempre também e pode ser que ficasse um clima chato, afinal é minha casa e você é todo emproado, orgulhoso, mas com certeza eu não ia te colocar pra fora.

Achei super legal você ter vindo passar o ano novo com seus amigos. Espero que tenham te mostrado meu bilhetinho, no PC.

Beijos e que seu ano novo tenha sido tão ma-ra-vi-lho-so quanto o meu!!!

Estou ouvindo a chuva.
Sem querer desmerecer nenhuma das festas que fui em 2005, mas a do dia 30/12, na casa do Ivo, foi a melhor.
Pela presença de amigos que eu não via a tempos, pela reunião deles, pelas boas lembranças, pela bagunça quando acabou a luz, por tudo isso...
Por me fazer recordar de como nos divertíamos a uns anos atrás, e como era fácil fazermos isso...
Minha cabeça nessa festa estava longe, muito longe dali.

Descobri que é fácil (depois que se perde o medo) pegar um telefone e ficar quase 4 horas conversando com uma pessoa do seu passado, mas é difícil encarar essa mesma pessoa, como se o tempo não tivesse passado, e cumprimentá-la normalmente.
Eu tentei e não fui bem sucedida.
Não sabia nem mesmo o que dizer nem por onde começar...

Dei um beijo na bochecha dele, fiz uma brincadeira e continuei conversando com os outros. Não tirei nenhuma foto, fiquei sem graça de pedir pra tirar uma foto dele.

Isso me prova que a teoria é fácil, difícil é a prática...

Estou ouvindo Gipsy Kings - Salsa de Noche.
Enquanto 2006 entra, eu me pego pensando, muito - como sempre - em coisas e pessoas que não estão ao meu lado. Minha cabeça nunca fica perto do corpo, aliás dá para contar nos dedos os momentos em que cabeça e corpo são unos em mim.

A beleza da festa no barco, a comida farta, a bebida, tudo isso me faz pensar, não pela primeira vez, porque eu tenho o previlégio de estar entre um grupo de pessoas que pode usufruir desse tipo de luxo, enquanto outras mal tem o que comer. Ou porque alguns estão ali para servir, enquanto outros para serem servidos. Isso me constrange. Ninguém deveria estar ali servindo ninguém, num dia de Natal ou ano novo, todos deveriam estar comemorando.
Ora, é trabalho digno. Sim, mas para trabalhar, existem outros 363 dias do ano, enquanto Natal e Ano Novo são dias especiais.

Quando eu era pequena, achava que todos deveriam estar em casa com a família nessas datas tão lindas - Natal e Ano Novo. Ficava com pena dos que trabalhavam nesse dia, como motoristas de ônibus e policiais. Será que eles não gostariam de estar com suas famílias?
Imaginava aquele quadro triste, da família supostamente simples, arrumadinha na sala, esperando o retorno daquele pai para comemorar o Natal, e ele ali, tendo de suportar pessoas como eu, que não tinham carro e precisavam andar de ônibus naquela data.

Outro grande problema era na hora de comer. Quantos não tinham aquela comida, quantos não tinham nada, sequer onde morar, e eu, uma criança, com tanto... Porque eu merecia e tantos outros iguais a mim, não?

Mas essas não são apenas lembranças ocasionais. São lembranças constantes na minha vida, sempre que eu como, bebo ou vejo um desmoronamento ou alagamento no noticiário. Eu tenho tanto! Comida (em excesso, às vezes), moradia, cobertor...
Com o tempo aprendi alguns conceitos que me ajudaram a superar esses pensamentos, mas em certas épocas como o Natal, eles ainda me vem.

Estou ouvindo Gipsy Kings - Habla me.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2005

Desde 26/04/2002, eu não uso mais conexão discada. Meu velho plano - taxa livre no download e 256 kbps de velocidade - foi satisfatório até o dia em que os "novos planos" entraram em vigor.

Hoje eu troquei de plano - velocidade de 500 kbps e 10 gigas de taxa de transferência.

Espero não me arrepender...

Estou ouvindo Coldplay - Yellow.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2005

Natal foi muito bem, obrigada. Vi minha avó, meus tios e meus primos.
E, de quebra, li o livro(!?!) escrito pela Bruna Surfistinha, O Doce Veneno do Escorpião - O Diário de uma Garota de Programas.
Bem, o livro é fraco. Bruna-Raquel intercala sua infância e seus porquês sobre ser revoltada e seus programas.
Tenta parecer vítima mas não consegue - soa piegas e sem um pingo de sensualidade.
Filha adotiva de pais relativamente ricos, usa roupas de marca, estuda nos melhores colégios de São Paulo e tem, sim, amor dentro de casa. Se acaba revoltada e resolve viver de programa, é por safadeza genética, e não falta de opção. O fato de ter sua liberdade contida não é desculpa - muitas meninas passam por isso no mundo todo e não viram prostitutas por isso.

Relato de sexo por relato de sexo, sou mais A Vida Sexual de Catherine M. e A Casa dos Budas Ditosos. Tem mais malícia, mais didática e muito mais história. Elas assumem o que fazem e o que são, não tentam se fazer de vítimas, como Bruna-Raquel.
Quer ler seus relatos? Leia seu blog, dá na mesma. Não gaste dinheiro - mesmo que seja pouco - nessa impressão de blog. Até os emoticons ela usa. Hoje em dia, nem precisa saber escrever (existe gente que corrige isso), basta apelar pro sexo, que faz sucesso...

Lixo.

Estou ouvindo nada.

De todos os grandes filmes que Sam Neill fez, eu me recordo do eterno professor Grant de Jurassic Park e Richard Martin, "pai" do ...