terça-feira, 12 de maio de 2026

Depois da festa de 15 anos da criança, nada mais justo que visitar as primas de Catanduva.

Eu não pisava lá a anos, desde o enterro da Meyre. Nunca fui visitar o túmulo - e não sinto nada a esse respeito, pois ali é só a última morada do corpo, sua alma não está lá. Só que descobri que não tem a plaquinha dela, nem da Tia Aracy, nem do vô Costa nem da Tia Ana (roubaram essas duas últimas e um mal entendido deixou as outras de fora), e agora estou cotando plaquinhas de cemitério. 

Lembrei que em setembro de 2025, faz 10 anos de falecimento da minha mãe e eu nem acendi uma vela, só pedi uma missa - e nem foi no dia certo. Isso me torna uma filha relapsa?
É que eu não sou ligada em aniversários de morte. Enfim... Aproveitei a viagem para ir ao cemitério e acender uma vela. 

Então, marcamos e fomos, eu e Carol - Fabio tinha frete. Fomos sábado de manhã e chegamos domingo à noite, pois não tinha ninguém para alimentar os cachorros. No sábado fiz questão de visitar o Zéti. Quanto tempo que eu não o via. Que saudade!

Poli chegou de ônibus depois e ficou até terça. 


Me diverti horrores, como sempre me diverti em todas as viagens para Catanduva. A cidade parece que tem um ar diferente. 

Fomos comemorar o aniversário da Ana Clara. Foi muito, muito especial ter de novo uma família. 


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 Acho que nem postei aqui, e se postei, foi por puro esquecimento - afinal, aos 52 anos, a gente percebe que a cabeça já não é mais a mesma....