quarta-feira, 20 de outubro de 2004

Saudade, lembrança de alguma coisa com o desejo dela.

Achei essa frase aqui num caderno de versos, frase antiga mas tão verdadeira quanto o sentimento.
Essa frase me caiu nas mãos em certa época e volta a ter utilidade bem quando estou aqui com o coração pesado de saudade de alguém que (novamente) não merece.

Eu sou uma anta.
Estou mesmo é apaixonada pela minha panquecaria, penso nela dia e noite.

Estou ouvindo Enigma - Beyond the Invisible.

Nenhum comentário:

Os livros de ontem e de hoje - parte IV

Parte III   Estamos em 2026. Ontem eu reassisti “o Homem Bicentenário” de 1999. O Robô Andrew chega à casa dos Martin em 2005 e é desligado ...