sexta-feira, 29 de abril de 2005

Pra postar aqui meu desânimo e compartilhá-lo com vocês, prefiro me calar.

Estou indo passar o final de semana em Ribeirão Preto.

Até a volta...

Estou ouvindo a chuva cair lá fora...

segunda-feira, 25 de abril de 2005

Dias sem postar.
Hoje, um friozinho gostoso e uma chuva para fazer preguiça...

E ainda tem faculdade.

:/

Estou ouvindo The Corrs - There She Goes.

segunda-feira, 18 de abril de 2005

O placar está em 3x0 pro Mickey, o pequeno camundongo aqui de casa...
Colocamos o veneno no lugar certo, vamos ver essa semana...

Ele andou por cima da minha amiga outro dia, ela acordou assustada... Também, deitada no chão, bem na salinha dele, ela esperava oque??

Acho que vou arrumar uma galinha e um galo e soltar no quintal, já que minha mãe não caiu na desculpa de me dar um pônei pra comer a grama...

Estou feliz... Hoje fui mmmuito beijada, até a exaustão... Como é bom sentir-se querida... :)

Estou ouvindo Culture Club - Love Is Love.

terça-feira, 12 de abril de 2005

E aqui estou eu, triste, arrasada e chorando muito mesmo por ter colocado veneno no armário para exterminar um pequeno camundogo que resolveu residir conosco...

Talvez por ter visto o que esses venenos causam num ser vivo, por ter perdido muitos cães envenenados de formas horríveis, eu esteja sentindo a dor que esse pequeno Mickey vai passar...

Meu Deus, eu não sirvo mais pra viver nesse mundo...

Estou ouvindo nada.

segunda-feira, 11 de abril de 2005

Quem quisesse rir nessa segunda feira ensolarada deveria ter se dirigido à Rua Olinda Troncoso Moure, 100 que não iria perder seu tempo...
Veria um dos prenúncios do apocalipse (aqueles vaticinados por Otah), ou seja, eu varrendo a casa...

Mudando de assunto, essa que eu vou contar aqui embaixo vai pro Warty, pra ele ver como desculpas esfarrapadas são normais num "relacionamento"...

Perdoem-me ao alongar a história, já conhecida de alguns, mas como a pessoa a quem este post é dedicado não a conhece e eu não gosto de contar nada pela metade, vai na íntegra. De mais a mais, esse blog é como um diário e cabe a um diário o registro de alguns fatos da nossa vida.

Eu conhecia o cidadão desde o começo de 2000 e só o que estava rolando era muita rasgação de seda, uns boquetes e, de vez em quando, sexo... Mas como ele tinha namorada e eu gostava de um lesado, a gente escondia da galera.

Aí o namoro dele terminou e ele passou a frequentar mais a minha casa, como amigo e rolando esse sexo sem compromisso... Até aí, tudo certo...
O fato é que, no ano novo de 2001, ele sumiu com os meninos e eu fui pra outros lados. E, como eu sempre digo que meu anjo da guarda é forte, na madrugada eu vi o carro de um deles passando e segui.
Tinham ido buscar nem lembro o que e voltar na casa de um deles...
Ao perguntar pelo tal indivíduo, um deles titubeou em me dar a resposta de que ele teria ficado "com o resto dos caras lá no posto".
- Bom, então vamos lá buscá-lo!
E, de novo, meu amigo - um cara seguro e confiante, chamado Ivo - gaguejou uma desculpa e pediu pro outro ir buscá-lo, enquanto ele ia no meu carro.
Me fez ir por um caminho mais longo, claro, e ao estacionar em frente à casa do camarada Robinson, lá estavam eles, chegando quase ao mesmo tempo, descendo do outro carro.
É então que eu vejo o cidadão, com a camiseta toda amassada e a boca mais parecendo um hematoma, quase roxa, de tão vermelha!! Ou isso eram sinais de amasso, ou eu não me chamava mais Maetê. Uma amiga que estava do lado ainda comentou a mesma coisa...

Nesse ponto vocês vão me falar: blééé, mas vocês estavam só ficando, não tinham compromisso!
Concordo, e exatamente por isso eu não disse nada - apenas me despedi e fui embora, disposta a tirar aquele ser humano da minha vida, afinal eu não era obrigada a aguentar isso de um cara que frequentava quase todos os dias a minha casa, passava lá algumas horas, transava comigo e no ano novo fica com outra, era? Não, não era!

No dia 1 eu sumi, dia 2 também e teria sumido por um longo tempo se, no dia 3, ele não tivesse me ligado no celular, falando que tinha prometido para a minha mãe fazer nem lembro o que, em casa (residência que não tem homem vive com certas pendências, como pendurar quadros e puxar fios). Concordei alegremente e falei pra ele ligar pra ela, afinal eu não estava sabendo de nada, despedi-me cordialmente e desliguei. Tchau, cara-pálida!
Se ele estava achando que eu ia ligar, aahh, ele realmente não me conhecia!!

No dia seguinte recebo um telefonema dele, em casa:
- Preciso imprimir uns documentos pro meu pai, com urgência, posso levar aí?
- Lógico.
- Então tô indo agora, vou passar pra um disquete.

Detalhe, ainda não eram 10 horas da manhã. Ele chegou e já sentou no sofá.
- Cadê o disquete??
- Xii, deixei na caminhonete do meu pai.
- Liga no celular dele, ele deve estar perto ainda e trás de volta!
- Ahh, depois eu faço isso...

Não entendi nada, não era urgente?

Mas depois desse dia - que estendeu-se pela tarde e acabou só a noite - o indivíduo passou a frequentar minha casa todos os dias, chegando pela manhã quando ia embora mais cedo, de tarde quando passava a madrugada no computador ou no sofá, durante 2 anos...

Pra você ver, amigo, o quanto desculpas esfarrapadas podem convencer alguém...

Estou ouvindo Magic Box - Sorry Marin.

quinta-feira, 7 de abril de 2005

O Papa João Paulo II faleceu essa semana. Eu sei que é notícia velha, mas como ele ainda não foi enterrado, tá valendo...

Nada de novo para contar, nada de novo, a não ser minha semana de provas, excitante, não??

Estou trocando o PC em breve, aguardem...

Estou ouvindo New Order - Confusion.

quinta-feira, 31 de março de 2005

Everything that has a beginning, has an end.
(Matrix)

Eu sei que eu já escrevi essa frase aqui antes, não uma, mas várias vezes. Que posso fazer se ela é tão perfeita?

Dia 22 de fevereiro eu escrevi aqui nesse blog que eu iria me machucar um dia, mas que deixaria pra me preocupar com isso quando chegasse o momento.
Ele chegou mais cedo do que eu esperava...

E eu não achei que fosse ficar tão triste pelo final de algo que durou tão pouco, mas teve momentos únicos.
Acho que eu não imaginei que estivesse gostando tanto dele, ou talvez estivesse tentando negar uma realidade pra me magoar menos quando chegasse a hora.
Mas o fato é que ela chegou e eu senti bem aqui dentro a dor. Muita. Menos do que antes, mais do que eu esperava.

Existem pessoas que não combinam em nada mas conseguem conviver um determinado período de tempo juntas. É difícil, mas basta aprender a ver o que elas tem de bom dentro delas.

Na verdade, se vocês viram o tempo que fiquei sem atualizar o blog, perceberam meu baixo astral... E acho que vai ficar uns dias assim, atualizando só de vez em quando mesmo...

Estou ouvindo Fred Durst- Behind Blue Eyes.

quarta-feira, 30 de março de 2005

Um dos maiores prazeres que eu tinha na minha infância era visitar a casa da minha prima e namorar, durante horas, sua imensa biblioteca.
Na verdade era um armário alto, do chão ao teto, cheio dos mais diversos livros infanto juvenis. Uma coleção enorme, com vários volumes dos mais diversos tipos de histórias, desde "Beleza Negra" de Anna Sewel, até clássicos nacionais.

Foi lá que eu conheci "Os meninos da Rua Paulo", do húngaro Ferenc Molnar.

Minha prima, que nunca foi leitora compulsiva como eu, não dava muita bola para aquele tesouro em forma de papel. Nós crescemos, a biblioteca foi desfeita, nenhum livro foi deixado, sobraram apenas uma parede vazia e muitas recordações (minhas).

Porém outro dia, lendo um livro que o Augusto me emprestou, o autor cita um nome que me trouxe de volta à memória a história comovente dos meninos húngaros defendendo seu grund.
E resolvi comprar a edição mais recente do livrinho.

Reli em um dia. E, como não poderia deixar de ser, lembrei da minha própria infância, cheia de terrenos baldios (grunds), morros, explorações, guerras de mamona, reuniões secretas, brincadeiras mil que eu e meus amigos inventávamos para passar nosso tempo.

Como o Phulano disse um dia pra mim, tudo tem seu tempo.
Eu aproveitei tão bem o meu, mas tão bem, que além da minha infância ter deixado saudade, deixou uma sensação de dever cumprido. Eu FUI uma criança feliz, apesar de, na época, não saber.

Minha adolescência deixou a desejar em alguns pontos, mas eu soube aproveitá-la bem. Hoje eu corro atrás das pendências que ficaram.

Eu fui criada para acreditar no ser humano, eu fui criada para crer que todo ser humano é bom. Por isso me magôo tanto quando sou traída.
Não sou invejosa, apesar do que pensam alguns, não sou muito rancorosa, apenas vejo se uma pessoa serve para ser minha amiga, se não servir, passo por cima e vou em frente - ela que viva sua vida, eu a minha.

Estou ouvindo Magic Box - If You.

terça-feira, 22 de março de 2005

Quando descrevi os fatos de domingo retrasado aqui neste blog, pode ter passado pela cabeça de alguns, algo do tipo: que mulher mais arrogante, achar que o tal vizinho estivesse justamente olhando pra dentro da casa dela pra vê-la sem roupas, ele devia era estar passando e a infeliz achou isso... Tsc Tsc, que doente...

Pois é... Eu também levantei essa hipótese.

Mas domingo passado, dia 20, exatamente, de tarde, BEM NA HORA que eu estava novamente lavando meus canis, o cara resolve subir no telhado dele pra arrumar sei lá oque.
Tudo certo, até aí.
Ele está na casa alugada dele, pode subir no telhado o quanto quiser, pra arrumar as telhas que ele quiser. Mas SENTAR VIRADO DE FRENTE PRA MINHA CASA, aí já é demais!!!
Ele parecia um torcedor sentado num estádio, olhando pra dentro do meu quintal!!!!! Ficou lá até eu acabar de lavar todos os canis, já devidamente vestida...

Se isso se repetir por mais um domingo, eu terei a certeza que ele é um renomado maníaco. De qualquer forma, minha vingança à libido dele está guardada...

Estou ouvindo Cher - The Shoop Shoop Song.
Eu ando com uma coceira incrívelmente persistente.
Já troquei o sabonete, já passei meu anti-pulgas, já fiz tudo que eu tenho direito e NADA.

Acho que é falta de coca-cola mesmo...

Estou ouvindo Gipsy Kings - Habla Me.

De todos os grandes filmes que Sam Neill fez, eu me recordo do eterno professor Grant de Jurassic Park e Richard Martin, "pai" do ...