segunda-feira, 29 de novembro de 2004

Saudade venturo ausente
Um bem que de longe se vê
Uma dor que no peito se sente
E não se sabe o porque...

Esqueçam as qualidades literárias do pequeno poema. Foi provavelmente feito por uma colegial em estado de êxtase saudoso do primeiro suposto amor.
É ele que pulsa na minha cabeça atualmente, querendo ser liberto.
Pois aqui está.
E eu até sei por quem é a saudade.
Humpf... Esse, definitivamente, não merece!!!!!
:/

Estou ouvindo apenas o barulho do ventilador.

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